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Família Characidae

Família Characidae

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FAMÍLIA CHARACIDAE (pacus, dourados, lambaris, brycons, piranhas, sardinhão, cubio, branquinha)

Características morfológicas: sua característica marcante é apresentar corpo achatado (Characidae e Anastomidae) e coberto por escamas.

Habito alimentar: Geralmente são carnívoros, com dentes bem desenvolvidos

Seguem fotos dos peixes capturados desta família:

PACUS

Nome comum: pacu-guaçu, pacu-caranha

Nome cientifico: Piaractus mesopotamicus

capturado no rio Paranapanema – represa Rosana em Teodoro Sampaio (SP) com grãos de soja na pesca de espera cevada nas corredeiras em 05/05/2011

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capturado no Pantanal Norte – rio taquaralzinho, afluente do rio São Lourenço (Adv. II – T G) com caranguejo na pesca de espera em 23/04/2007

capturado no rio Paranapanema – represa Rosana em Teodoro Sampaio (SP) com pedaço de bacon na pesca de espera cevada próximo a margem em 05/05/2011 

capturado na represa Capivara em Gardênia (SP) em um flutuante fixo cevado em 22/02/2012

 

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Dados biológicos: espécie migradora em cardume – boca terminal – dentes cortantes ou molariformes

Fecundação: externa – sem cuidado parental

Hábito alimentar: onívoro/herbívoro – prefere predar frutos, flores e sementes, mas não descarta peixes pequenos, moluscos, crustáceos e outros invertebrados aquáticos.

Tamanho: grande porte – chega até 70 cm e 15 kg

Habitat: originário das bacias do rio Paraguai e da Prata, mas está difundido em outras bacias hidrográficas brasileiras.

Status de conservação: não ameaçado

Importância: na pesca em geral,  na piscicultura, na diversidade de espécie e na ecologia como disseminador de sementes.

Dicas de pesca: A modalidade de pesca mais famosa dos pacus-caranha é o sistema de “batida”, em que o pescador usa apenas vara lisa, linha e anzol com um pequeno empate de aço. O equipamento não oferece muitos recursos, portanto, deve ser resistente, com linha de pelo menos 0,60 mm e anzol de haste curta bastante reforçada. Utilizando como isca pequenos frutos ou bolinhas de massa, a ideia é imitar a caída do alimento próximo da mata ciliar. Mas também é pescado na pesca de espera com uso de caranguejo de isca. Ou, então,  até com uso de iscas artificiais de até 8 cm de comprimento e recolhimento mais lento   Encontrado em planícies alagadas e rios com correnteza e fundos de areia e cascalho.

Nota: Em ambientes represados tem uma técnica de pesca  mais especifica que pode ser visto nos links: Destinos de Pesca > clique aqui… ou em Pescaria publicada >  clique aqui…

Nome comum: pacu-borracha, pacu-ferrugem, pacu, pacu-prata, pacu-borrachudo, borracha.

Nome cientifico: Tomettes spp.

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capturada no rio Juruena em Nova Bandeirantes (MT) com isca artificial em 04/11/2012

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capturada no rio Juruena em Nova Bandeirantes (MT) com isca artificial em 04/11/2012

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Dados biológicos: espécie migradora em cardume – boca terminal – dentes cortantes ou molariformes

Fecundação: externa – sem cuidado parental

Hábito alimentar: onívoro/herbívoro – preferencialmente, frutas, sementes, folhas e algas.

Tamanho: grande porte – chega até 50 cm e 6 kg.

Habitat: originário das bacia amazônica.

Status de conservação: não ameaçado

Importância: na pesca em geral,  na piscicultura, na diversidade de espécie e na ecologia como disseminador de sementes.

Dicas de pesca: Encontrado em lagos, florestas inundadas, corredeiras e pedrais.
Uma das formas mais interessantes para pescar o pacu-borracha é utilizando como isca as algas que crescem junto às pedras imersas nas corredeiras. Essas algas devem ser amarradas ao anzol e soltas ao sabor da corredeira, sem chumbo na linha. Não demora para o peixe atacar e sair dando pulos rio abaixo. Mas também é pescado com minhoca de isca
Nome cientifico: Myleus setiger 
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capturada no rio Juruena em Nova Bandeirantes (MT) com pedaço de minhoca em 04/11/2012

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Nome comum: pacu-prata, pacu-peva, CDzinho

Nome cientifico: Metynnis maculatus, M. mola (rio Paranapanema) ou Mylossoma spp., Metynnis spp., Mylesinus spp., Myloplus spp., Tonmetes spp., Myleus tiete (rio Paraná)

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capturado rio Suiá-Miçu – Querência (MT) – pesca de barranco – isca pedaço de queijo em 28/08/2013

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capturado rio Suiá-Miçu – Querência (MT) – pesca de barranco – isca pedaço de queijo em 28/08/2013

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capturado rio Suiá-Miçu – Querência (MT) – pesca de barranco – isca pedaço de queijo em 28/08/2013

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capturado rio Suiá-Miçu – Querência (MT) – pesca de barranco – isca pedaço de queijo em 28/08/2013

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capturado na represa Capivara em Gardênia (SP) em um flutuante fixo cevado com pedaço de minhoca em 28/02/2012

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capturado no rio Paraná em Itaquiraí (MS) – pesca de espera cevada nas corredeiras com grão de milho em 22/07/2011

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capturado na represa Capivara em Gardênia (SP) na pesca do tucunaré com arremesso de iscas artificiais em 07/09/2006

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pacu-peva (Mylossoma orbignyanum): capturado no rio Cuiabá em Barão de Melgaço (MT) na pesca de espera cevada na margem e pego com bolinha de massinha em 16/10/2012

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Dados biológicos: espécie com pequeno deslocamento reprodutivo em cardume – boca pequena terminal – dentes molariformes

Fecundação: externa – desova total – sem cuidado parental

Dimorfismo sexual: com pequeno dimorfismo sexual

Hábito alimentar: onívoro/herbívoro (sementes, frutas, algas e pequenos invertebrados)

Tamanho: porte médio de 20 a 50 cm

Habitat: todas bacias hidrográficas brasileiras (rio, lagos, pedrais e corredeiras)

Status de conservação: não ameaçado

Importância: na diversidade da espécie e pesca comercial região Norte, pesca de subsistência e ornamental

Dicas de Pesca: cevar o local de pesca que pode ser de barranco ou flutuante com trato a base de quirera de milho e usar de isca em anzóis pequenos grãos de milho, pedaços de minhoca ou bolinha de massinha e varas telescópicas com cerca de 4 metros de comprimento.  Pode ser capturado na pesca da piapara e, eventualmente, na pesca com iscas artificiais 

Nome comum: Tambacu

capturado no pesqueiro Castelinho em São Pedro (SP) com salsicha de isca em 25/04/2008

Um peixe hibrido, mistura da espécie de  pacu com a de tambaqui
Este peixe havia sido identificado com tambaqui, mas segundo o Rafael, nos comentários no final da página, este peixe é um tambacu, portanto não apresenta ficha de identificação, somente seu registro.

Nome comum: espécie de pacu-prata  (sem identificação)

Nome cientifico:

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fotografado no Porto de Careiro da Várzea as margens do rio Amazonas do outro lado da margens de Manaus em 17/09/2011

Dados biológicos:

Hábito alimentar:

Tamanho: porte pequeno

Habitat: bacia amazônica

Status de conservação: não ameaçado

Importância: diversidade de espécie

DOURADOS

Nome comum: dourado, rei do rio, dourado-cabeçudo, amarelão, saltador

Nome cientifico: Salminus brasiliensis

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capturado no rio Paraná em Rosana (SP) com tuvira de isca na pesca de rodada nas corredeiras em 24/05/2011

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capturado no rio Cuiabá em Barão de Melgaço (MT) com sardinhão de isca – barco apoitado na margem 19/10/2012

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capturado no rio Paraná em Pauliceia (SP) na pesca de rodada  nas corredeiras com tuvira de isca em 02/03/2011

capturado no rio Paraná em Porto Camargo (Icaraíma, PR) na pesca de rodada com tuvira de isca em 25/07/2011

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capturado no Pantanal – rio São Lourenço (MT) com uso de tuvira no programa Adventure II em 25/04/2007 

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capturado no rio Paraná em Jupiazinho (SP)na pesca de rodada om uso de tuvira em 23/04/2005

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Dados biológicos: espécie migradora reprodutiva de até 500 km – boca terminal com dentes cônicos nas maxilas

Fecundação: externa – com desova total – sem cuidado parental

Dimorfismo sexual: durante o período reprodutivo os machos desenvolvem pequenos espinhos sobre os raios da nadadeira anal, ásperos ao toque.

Hábito alimentar: piscívoro (adultos consomem peixes inteiros, enquanto os jovens também se alimentam de moluscos e crustáceos)

Tamanho: porte alto de até 1,5 m e 30 kg

Habitat: bacias do Paraná, Paraguai e Uruguai

Status de conservação: ameaçado em locais represados da bacia do Paraná. Não ameaçado em outros locais.

Importância: na pesca, na piscicultura e na diversidade da espécie

Dicas de pesca: Pode ser pescado o ano todo, durante o dia, em locais de águas rápidas, pedrais e confluências de rios. Os melhores pontos para a captura de dourados são as saídas de corixos e as beiradas de troncos ou pedras aflorando em águas rápidas. Iscas artificiais de meia-água com cores contrastantes, em recolhimentos rápidos, são muito produtivas. Na escolha das iscas naturais, a tuvira é imbatível.

BRYCONS

Nome comum: piracanjuba, matrinxã

Nome cientifico: Brycon orbgnyanus   

Subfamilia: Bryconinae

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capturado no rio Paraná em Rosana (SP) na pesca de espera cevada nas corredeiras com grão de milho de isca em 26/05/2011

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capturado no rio Paraná em Rosana (SP) na pesca de espera cevada em corredeiras com grão de milho de isca em 26/05/2011

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Dados biológicos: espécie migratória – dentes cônicos

Fecundação: externa – sem cuidado parental

Hábito alimentar: frugívoro (frutos, sementes, insetos e pequenos peixes)

Tamanho: porte médio de até 60 cm e 5 kg

Habitat: bacias dos rio Paraná, Parguai e Uruguai

Status de conservação: ameaçado (espécie protegida desde 2004 – proibida sua pesca)

Importância: na diversidade da espécie e na pesca.

Dicas de pesca: Melhor pescar na seca em rios de água e margens preservadas e ricas em árvores frutíferas. Capturado durante o dia – com iscas naturais como o milho ou pedaços de peixes, mas também ataca as iscas artificiais com destaque para as pequenas de hélices debaixo da mata ciliar, e iscas de fly imitando frutos

Nome comum: matrinxã amazônica, rabo-de-fogo, jatuarana

Nome cientifico: Brycon amazonicus

Subfamilia: Bryconinae

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capturado rio Suiá-Miçu – Querência (MT) – pesca de barranco – isca pedaço de queijo em 28/08/2013

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capturado rio Suiá-Miçu – Querência (MT) – pesca de barranco – isca pedaço de queijo em 28/08/2013

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capturado no rio Juruena em Nova Bandeirantes (MT) com uso de isca artificial nas corredeiras em 02/11/2012

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capturada no rio Kuluene em Canarana (MT) com pedaço de peixe na pesca de espera do cachara em 17/07/2009

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capturado no rio Verde (MT) com isca artificial nas corredeiras em 07/01/2012

 

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Dados biológicos: espécie com migração trófica e reprodutiva

Fecundação: externa – desova total na cheia – sem cuidado parental (prole). Alevinos se desenvolvem na várzea

Hábito alimentar: onívoros – alimentam-se de folhas, frutos, sementes, pequenos peixes e insetos

Tamanho: porte médio a grande até 70 cm e 5 kg

Habitat: bacia Amazônica. Outras spp nas bacias do São Francisco, Paraná e Tocantins

Status de conservação: pouco ameaçado

Importância: na diversidade da espécie e na pesca de subsistência, esportiva e comercial e na piscicultura. Predadas também por botos.

Dicas de pesca: os períodos secos são os melhores para a pesca amadora, em bocas dos igarapés e margens com águas correntes. Na pesca com iscas artificiais substituir as garateias por anzóis únicos que garantem fisgadas mais eficientes e mais difíceis de escapar após seus saltos acrobáticos. Podem ser capturados também com pedaços de peixes na pesca de espera do cachara. Na pesca comercial e capturado durante as migrações.

Nome comum: jatuarana, matrinxã, sálabo

Nome cientifico: Brycon amazonicus

Subfamilia: Bryconinae

capturado no rio Verde (MT) na pesca de espera nas corredeiras com uso de pedaço de peixe com isca em 04/01/2012

Caracteristicas: Saltadora, corpo alongado e comprimido, revestido com escamas, boca óssea frontal e dentição molar e cônica.

Dados biológicos: migratório trófico e  reprodutivo na cheia – cuidado parental

Hábito alimentar: onívoro (frutos, sementes, insetos e pequenos peixes)

Tamanho: porte grande de até  80 cm e 8 kg

Habitat: bacia amazônica (corredeiras e margens com frutos)

Status de conservação: não ameaçado

Importância: na diversidade de espécie, na pesca comercial e esportiva.

Dicas de pesca: Pode ser pescado o ano todo, durante o dia. Prefere corredeiras, próximo a árvores frutíferas. Frutas, coração de galinha, pedaços de coração de boi e minhocoçu estão entre as iscas naturais indicadas para pescar a jaturana. As artificiais mais eficientes são as colheres e spinners. Quando um bom exemplar é fisgado na corredeira, a melhor tática é descer o rio, evitando que o peixe use a força d’água para entortar os anzóis ou estourar a linha.

PIRANHAS

Nome comum: pirambeba, piranha-pequena

Nome cientifico: Serrasalmus maculatus (rio Paraná) / S.spilopleura (bacia AM)

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capturada na represa Capivara em Gardênia (SP) em 02/07/2005  com isca artificial na margem

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capturada no rio Paraná em Paulicéia (SP) em 21/07/2010 na pesca do tucunaré com isca artificial

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capturado na represa Capivara em Gardênia (SP) em 20/10/2007 na pesca do tucunaré com isca artificial

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capturada na represa Capivara em Gardênia (SP) em 13/03/2012 com uso de lambari  no leito da represa

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capturada na represa Capivara em Gardênia (SP) em 13/03/2012 com uso de lambari

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capturado no rio Grande – represa de Marimbondo em Planura (MG) em 28/03/2012 na pesca de espera da corvina com isca de camarão

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capturada no rio Paraná – represa Sergio Motta em 03/11/2007 em Presidente Epitácio (SP) com isca artificial by Michel Jegu

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Dados biológicos: espécie não migradora – reprodução na cheia – fecundação externa – desova parcelada – cuidado parental – vivem em cardumes – boca terminal com prognatismo leve (mandíbula inferior maior) – dentes cuspidados (triangulares)

Hábito alimentar: piscívoro/carnívoro/diurno (insetos, frutos, peixes e escamas)

Tamanho: porte pequeno até 20 cm e 0,5 kg

Habitat: bacias dos rios Paraguai, Paraná e Tocantins

Status de conservação: não ameaçado

Importância: na diversidade da espécie, na biomassa dos reservatórios

Obs. A espécie maculatus tem uma faixa preta que termina perto da borda da nadadeira caudal … esta desaparece , por vezes, com a idade (by Chris Xupita)

Nome comum: Pirambeba, piranha

Nome cientifico: Serrasalmus marginatus

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rio Paraná em Porto Camargo (Icaraíma, PR) na pesca de espera do Palmito com lambari em 27/07/2011

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capturada no rio Paranapanema – represa Rosana em Teodoro Sampaio (SP) na pesca do piau com isca de bacon e calabresa em 05/05/2011

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Dados biológicos: espécie não migradora – boca pequena terminal com leve prognatismo – dentes cuspidados

Fecundação:  externa – desova parcelada – cuidado parental

Hábito alimentar: piscívoro/carnívoro.

Tamanho: porte médio ( 20 a 50 cm)

Habitat: bacias do Paraguai, Paraná (especie adquirida acima das Sete quedas, após enchimento de Itaipu)

Status de conservação: não ameaçado

Importância: diversidade da espécie

Dicas de Pesca: Todas as espécies citadas acima  podem ser pescadas o ano todo, nas margens, poços e leitos de rio e/ou represas

Nome comum: piranha-branca

Nome cientifico: Serrasalmus eigenmanni, S. gibbus, Pristobrycon striolatus

S. gouldingi  by Frank Magallanes

 

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(S. gouldingi) capturada no rio Tupana em Careiro (AM) durante a pesca do tucunaré com uso de isca artificial em 27/11/2011

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Pristobrycon ou Serrasalmus eigenmanni  by face piranha central – capturada na barranca do rio Suiá Miçu – Querência (MT) com pedaço de queijo em 28/08/2013

 

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Dados biológicos: espécie não migradora –  dentes cuspidados e cortantes

Fecundação: externa – desova total na cheia – cuidado parental

Hábito alimentar: piscívoro/carnívoro (insetos, peixes e vegetais)

Tamanho: porte médio de até 25 cm e 2 kg

Habitat: bacias dos rios Amazonas

Status de conservação: não ameaçado

Importância: na diversidade da espécie, pesca de subsistência

Dicas de Pesca: Podem ser pescadas o ano todo, nas margens, poços e leito dos rios com corredeiras e ressacas

Nome comum: piranha-preta

Nome cientifico: Serrasalmus rhombeus

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capturada no rio Suia-Miçu – Querência(MT) – pesca de espera do palmito – isca pedaço de tuvira em 27/08/2013

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capturada no rio Suia-Miçu – Querência(MT) – pesca de espera do palmito – isca pedaço de tuvira em 27/08/2013

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capturado na bacia do rio Negro em Barcelos (AM) na pesca do tucunaré-açu com isca artificial em 21/02/2013

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capturada em Lagos de Careiro/Castanho (AM) na pesca do tucunaré com uso de isca artificial em 29/09/2011

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capturada no rio Verde (MT) com uso de pedaço de peixe em 04/01/2012

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capturada na represa Balbina em Presidente Figueiredo (AM) na pesca do tucunaré em 08/06/2005

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capturada no rio Verde (MT) com uso de pedaço de peixe em 04/01/2012

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capturada rio Guaporé Pimenteiras (RO) com pedaço de tuvira – em 18/08/2013

 

 

 

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piranha-preta imatura = subadult S. rhombeus by Flavio Lima

Flávio Lima The eyes became deep red in big adults… same as the overall dark color of the body, which the subadults doesn´t have. But the black vertical stripe across the pupil can be seen in specimens of all sizes, and can be discerned in the specimen of the photo.

(Os olhos tornam-se vermelho escuro em grandes adultos … mesmo que a cor escura geral do organismo, que os subadultos indiferente ter. Mas a faixa vertical preta através da pupila pode ser visto em amostras de todos os tamanhos , e pode ser discernida na amostra da foto)

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capturada no rio Kuluene em Canarana (MT) na pesca de espera do peixe de couro com pedaço de peixe (matrinxã ou tuvira) em 13/07/2009.

Dados biológicos: espécie não migradora com desova parcelada

Fecundação: externa e  cuidado parental

Hábito alimentar: piscívoro/carnívoro (peixes e insetos)

Tamanho: porte grande – cerca de 50 cm e 4 kg.

Habitat: bacias dos rios Amazonas e tocantins-Araguaia

Status de conservação: não ameaçada

Importância: diversidade de espécie

Dicas de pesca: Pode ser pesado o ano todo, nas margens e poços dos rios. Qualquer pedaço de peixe ou carne vermelha é atrativo para as piranhas em geral. Basta agitar a água para atrair a atenção do cardume, e então oferecer a isca. Muitas vezes, elas chegam a atacar peixes maiores fisgados durante a briga. Para sua captura com iscas artificiais, prefira trabalhos lentos, com iscas de meia-água. Evite iscas ocas, é quase certo que elas serão perfuradas. Spinners e colheres também são bastante eficientes.

Nome comum: piranha-vermelha, piranha-caju
Nome cientifico: Pygocentrus nattereri

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capturada nos lagos de Careiro/Castanho na pesca do tucunaré com isca artificial em 24/09/2011

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capturado no rio Guaporé em Cabixi (RO) na pesca de espera do peixe de couro com pedaço de peixe (traíra, tuvira) em 11/10/2012

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capturado no rio Cuiabá em Barão de Melgaço (MT) em 15/10/2012 com isca natural (tuvira ou sardinhão) na pesca do dourado próximo ao barranco

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capturado no rio Cuiabá em Barão de Melgaço (MT) em 15/10/2012 com isca natural (tuvira ou sardinhão) na pesca do dourado próximo ao barranco

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Dados biológicos/reprodução: desova parcelada em periodos curtos durante a reprodução em planícies inundadas e raízes de plantas – com cuidado parental – vivem em cardumes

Hábito alimentar: carnívoro/crepuscular (peixes, insetos e invertebrados aquáticos)

Tamanho: porte médio até 30 cm e 2 kg

Habitat: bacia amazônica, do Tocantins-Araguaia, Paraná, Paraguai e Uruguai (encardumadas em lagos e ressacas de rios)

Status de conservação: não ameaçado

Importância: diversidade de espécie, culinária, usada como isca na pesca amadora

Obs. Às vezes a sp nattereri tem barriga vermelha , às vezes amarela , por vezes, sem cor (by “Chris Xupita“).

Dicas de pesca: Pescar em lagos, ressacas de rios e margens de rios com corredeiras 

Nome comum: piranha-chidaua e chidaua-do-campo

Nome cientifico: Prygopristis dentriculata

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capturadas no rio Negro / Barcelos (AM) com uso de isca artificial em 19/02/2013

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capturadas no rio Negro / Barcelos (AM) com uso de isca artificial em 19/02/2013

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capturada no rio Negro a região de Barcelos (AM) com uso de isca artificial em 20/02/2013

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Dicas de pesca: Podem ser pescadas o ano todo em lagos e  ressacas de rios

LAMBARIS

Nome comum: Lambari-do-rabo-amarelo, piaba-do-rabo-amarelo, matupiri, tambiú, lambari

Nome cientifico: Astyanax bimaculatus (rio Paranapanema) A. paranae (rio Paraná)

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capturado represa Capivara em Gardênia (SP) com pedaço de minhoca de isca em 20/02/2009

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utilizado como isca no rio Paraná em Porto Camargo em Icaraíma (PR) em 26/07/2011

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Dados biológicos: espécie de pequeno deslocamento reprodutivo – vivem em cardumes para defesa – dentes cuspidados

Fecundação: externa com desova total ou parcelada na cheia e ovos semiaderentes – cuidado parental e canibalismo

Dimorfismo sexual: durante o período reprodutivo – o macho é maior e desenvolvem pequenos espinhos (espículas) sobre os raios da nadadeira anal causando a sensação de aspereza ao toque.

Hábito alimentar: onívoro (sementes, crustáceos, moluscos, matéria orgânica, escamas e outros resíduos)

Tamanho: pequeno porte – até 20 cm e 100g

Habitat: em todas as bacias hidrográficas brasileiras (do México a Argentina) e região litorânea (bordas das bacias)

Status de conservação: não ameaçado

Importância: na diversidade da espécie, na cadeia alimentar (base) na piscicultura e na pesca amadora com isca viva

Dicas de pesca: Pode ser pescado o ano todo. Encontrado em rios de águas rápidas em ambientes lóticos, lagoas, várzeas e igarapés. Os equipamentos para pescar lambari são variados, começando com simples caniços com boias de pena e anzóis do tipo “mosquito” iscados com massinhas, sagu ou larvas de insetos, até minúsculas iscas artificiais rebocadas por boias de arremesso. O fly também é uma grande opção, com pequenas moscas secas e ninfas.

Nome cientifico: Astyanax paranae
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utilizado como isca no rio Paraná em Porto Camargo em Icaraíma (PR) em 25/07/2011

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utilizado como isca no rio Paranapanema em Gardênia (SP) em 20/04/2011

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Nome cientifico: Astyanax sp.
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capturado no rio Verde (MT) em 06/01/2012

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SARDINHAS

Nome comum: sardinha de água doce, sardinhão, sardinha-papuda, sardinha-comprida, taquara e piaba-facão

Nome cientifico: Triportheus sp., T. angulares

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capturado no rio Cuiabá em Barão de Melgaço (MT) na pesca cevada do uso de massinha de farinha de trigo em 19/10/2012

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capturado na represa Capivara em Gardênia (SP) em pesca cevada com pedaço de minhoca em 22/02/2012

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capturado na represa Capivara em Gardênia (SP) em pesca cevada com pedaço de minhoca em 28/02/2012

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capturado na represa Capivara em Gardênia (SP) em pesca cevada com pedaço de minhoca em 28/02/2012

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Dados biológicos: vivem em cardume, migração trófica na seca e reprodutiva na cheia – dentes cuspidados

Fecundação: externa – desova total ou parcelada – sem cuidado parental-

Hábito alimentar: onívoras (insetos, frutos, sementes, zooplânctons e restos vegetais

Tamanho: porte médio de 10 a 40 cm

Habitat: originária da bacia amazônica e habita todas bacias o Brasil( ambientes lênticos ou lóticos)

Status de conservação: não ameaçado

Importância: diversidade de espécie, isca viva na pesca amadora, pesca comercial na região Norte

Dicas de pesca: Pode ser pescada de forma similar ao lambari. Durante o dia, mas nas margens de águas mais calmas, bocas de riachos e lagoas por todo o ano. Quando encardumadas ficam bastantes “assanhadas” atacando inclusive minúsculos spinners e iscas de fly, como moscas secas e ninfas

Nome comum: cubio

Nome cientifico:

cubiu - rio Preto da Eva, AM

capturado no rio Preto da Eva na pesca de isca na margem do rio em 24/10/2008

Nome comum: branquinha
IMG_0932

capturado em malhadeira em Lagos de Careiro/Castanho em 19/09/2011

Dados biológicos:

Hábito alimentar:

Tamanho: porte pequeno

Habitat: bacia amazônica

Status de conservação: não ameaçado

Importância: diversidade de espécie

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Sobre isabelpellizzer

Sou do interior do estado de São Paulo, Paraguaçu Paulista, casada com Sergio Pellizzer há 31 anos, mãe de dois filhos, Marcelo (30 anos) e Caio (27 anos). Formação: Engenheira Agrônoma e Técnica em Agrimensura. Paixão: Pescadora Amadora Esportiva desde 1997 que gosta de compartilhar suas experiências na pesca. Colaborei com matérias de pesca por 8 anos seguidos com a revista Pesca Esportiva e, no momento, colaboro com a revista Pesca e Cia. Amante da Natureza com especial admiração pelas aves e plantas. Quando as encontro nas pescarias, faço os registros e identificações, igualmente faço aos peixes. Atualizado: 21/04/2016
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