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FAMÍLIA GYMNOTIDAE

Características A mesma família dos peixes elétricos. Corpo enguiforme, nadadeira anal e peitoral únicas, olhos pequenos, boca prognata respiração área facultativa, opérculo diminuto, abertura anal entre as branquias

 

Nome comum: tuvira, carapó, sarapó, morenita ou espada

Nome cientifico: Gymnotus carapo

tuvira usada como isca na pesca no rio Paraguai (MT) em 2007

Dados biológicos: não migratória – fecundação externa – desova parcelada – cuidado parental

Hábito alimentar: onívoro a carnívoro (peixes pequenos, insetos, moluscos e crustáceos)

Tamanho: porte médio de 10 a 40 cm

Habitat: todas as bacias hidrográficas do Brasil

Status de conservação: não ameaçado

Importância: na diversidade de espécie e usado como isca

Dicas de pesca: capturado por “isqueiros” em lagoas com muita vegetação. A tuvira é localizada por seus predadores mesmo em condições de água turva. Resistente, mantém-se viva no anzol por bastante tempo. Os pequenos exemplares são iscados com o anzol entrando pela boca e saindo pela brânquia. Nos maiores, a ponta ainda é introduzida no dorso, o que ajuda a evitar enroscos.

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Nome comum: espada, tuvira, ituí, ituí-cavalo

Nome cientifico: Apteronotus albifrons

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capturada na represa Capivara em Gardênia (SP) com pedaço de minhoca em 13/03/2012

Dados biológicos: não migratória – nadadeiras caudal, anal e ventral uma só

Tamanho: porte médio até 40 cm

Habitat: bacia do Prata – Adquirida acima de Foz de Iguaçu  após formação do lago de Itaipu com inundação do Salto de 7 Quedas ou de Guaíra

Importância: diversidade de espécie, apreciado na culinária

Dicas de pesa: durante a pescaria de piaus em locais cevado com uso de minhoca ao anoitecer

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