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FAMÍLIA SCOMBRIDAE: sororoca “prima costeira” da cavala e da mesma família dos atuns

Nome comum: sororoca, serra, cavala, cavalinha, caroroca, cavala-pintada, serra-prima, serra-pininga, e serrinha

Nome cientifico: Scomberomorus brasiliensis

capturada no estuário de porto Cubatão em Cananeia (SP) com isca artificial em 13/03/2011

Dados biológicos: movimenta em cardumes da costa para mar aberto ou vice-versa e também em migrações. Reproduz em mar aberto

Hábito alimentar: carnívora (sardinhas, manjubas, lulas, crustáceos pelágicos e zooplânctons

Tamanho: até 1,25 metros e 8 kg

Habitat: Atlântico Ocidental, de Belize e México ao Rio Grande do Sul, rara/ até a Argentina.

Status de conservação: não ameaçado

Importância: pesca comercial e esportiva

Dicas de pescar: Pescar por todo o Brasil. No Nordeste, o ano todo, e no Sul e Sudeste, do inverno ao final do verão. Ativa o ano todo no Nordeste e do inverno ao final do verão no Sul e Sudeste – águas costeiras desde estuários, baías abertas e até ao longo de praias, ilhas afastadas e recifes de rochas ou corais – da superfície a 50  metros de profundidade. A sororoca ataca com avidez pequenas iscas de barbela em corrico rápido. Quando o barco passa em meio a um cardume, também vale parar e praticar a pesca de arremesso ou descer pequenos metal jigs. Apesar dos dentes afiados, muitos pescadores preferem não usar empate de aço, alegando que a maior produtividade compensa o risco de perder algumas iscas.

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