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Pesca no Rio Azul em Novo Progresso/PA

Pesca no Rio Azul em Novo Progresso/PA

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SONHO AZUL REALIZADO

Bastaram 15 km de rio para viver o sonho de pescar em um santuário protegido da depredação

O ponto de partida desta aventura de pesca é Alta Floresta/MT, de onde seguimos para o rio Azul

O traslado até a pousada Rio Azul Jungle Lodge que fica na beira do rio é feito em camionete 4×4

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TRASLADO – uma aventura a parte recheada de belas imagens de natureza

Percurso de 120 km vencidos em cerca de  3 horas, incluindo paradas para descanso e muitas fotos para os apaixonados por natureza.

Seguem as fotos a partir de Alta Floresta, a maioria tirada de dentro do camionete

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Pontes, nascentes, brejos, lagoas,  rios e riachos

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Vegetação de Transição entre Biomas de Cerrado e Floresta Amazônica

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palmeira norte/sul

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vista de lado

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vista de frente

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Balsa sobre rio Teles Pires – ponto conhecido como João Bisteca  e/ou Porto de Areia a 30 km de Alta Floresta

Obs. após atravessar o rio,  entramos na área da Reserva do Rio Cristalino

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Ponto conhecido como Bar do Cabelo Branco – virando a esquerda a estrada faz divisa entre os Estados de  Mato Grosso e Pará

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Pé de Galinha – a partir deste ponto seguimos rumo a Reserva Estadual de Pesca Esportiva do Rio São Benedito/Rio Azul

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Borboletas no caminho, sinônimo de preservação

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Flores – simbolizando vida e colorindo a floresta

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IMG_4365 IMG_4405IMG_2396IMG_4374 Cassia ferruginea...

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Aves (casal de coruja-buraqueira, urubu-de-cabeça-vermelha e garça-real)

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Area da  Reserva Estadual de Pesca Esportiva do Rio São Benedito/Rio Azul

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Entrada para a área da Pousada Rio Azul

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A recepção de boas-vindas é feita pelo casal proprietário, Carlão e Ivani

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Carlão, Ivani, Bel e Serginho

Livre nos arredores da pousada a mascote simpática, a Curica ou papagaio-do-mangue (Amazona amazonica)

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curica se distraindo com as folhas do arbusto

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curica simpática para as fotos

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Carlão e a curica

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Curica arrancando os cabelos branco do Serginho

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Ivani brincando com a Curica

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Alemão

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Gato grande

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A Curica (espécie de papagaio da Amazônia) representa outra atividade local que atrai turistas de dentro e de fora do Brasil à região, o birdwatching ou observação de aves. Só na área ao redor da pousada, já foram identificadas 190 diferentes espécies em um único dia, diversidade favorecida por se tratar de área de transição entre os biomas de Cerrado e Floresta Amazônica.

PESCARIA

Ao amanhecer, o bom dia vem da cerração que se entremeia por entre a vegetação alta e densa que nos cerca. Aos poucos, atinge o estrato superior das árvores, onde uma parte se dissipa e outra fica sobre folhas e chão em forma de orvalho. Um cenário mágico e encantador, vale a pena levantar antes do café da manhã para apreciar e fotografar.

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amanhecer – cerração

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Flores, do momento, que atraem beija-flores no pátio da Pousada

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Helicônia vermelha

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Heliconia amarela

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ipê de jardim (Tecoma stans)

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flor que atrai o beija-flor-do-tapajós

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Descendo  pela trilha de acesso ao rio em meio à mata, cerca de 400 metros, o orvalho que se desprende das folhas em numerosas gotas dá a impressão de chuva, mas é só impressão: saindo da sombra das frondosas copas, o sol brilha forte.

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Ao nos aproximarmos do rio, o burburinho das corredeiras aumenta, é o primeiro sinal antes de avistá-lo e do coração bater mais forte, diante do que esse pedaço de paraíso nos reserva.

A FAVOR DA CORRENTEZA

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barco todo arrumado e abastecido para um dia todo de pescaria.

Pier flutuante – acesso aos  barcos de pesca, onde ficam ancorados

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O anfitrião Carlão é quem nos guia. A partir do flutuante da pousada, com o motor de popa desligado, o barco é levado pela força da correnteza e orientado com uso de um forte e pesado remo de madeira, resistente à força do fluxo da água e muita disposição de Carlão.

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Margens do rio emolduradas por paredões verdes de floresta alta e fechada com trechos de águas calmas

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E trechos de fortes corredeiras, dependendo da natureza do leito (de areia ou pedras) ou da declividade.

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Um ponto interessante são as ruínas da ponte “interrompida” – Foi bombardeada no dia de sua inauguração para impedir o acesso e extração ilegal de madeira na reserva. Toda a margem direita faz parte da Reserva Militar da Serra do Cachimbo.

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Nossos principais alvos de captura são matrinxãs, bicudas, cachorras-largas e trairões.

Logo as matrinxãs se mostram ativas, atacando pequenos plugs de barbela do tipo crankbait (de 6 cm e 9 g) que imitam pequenos frutos, seu alimento preferido que cai das árvores da mata ciliar. As iscas artificiais são lançadas em remansos próximos à margem do rio, de preferência de seu lado sombreado, onde os peixes provavelmente se sentem mais protegidos. A maioria dos ataques ocorre quando as iscas saem da penumbra para a parte ensolarada.

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matrinxã ( Brycon falcatus)

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Serginho se diverte com as matrinxãs

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Já os trairões se mostram mais difíceis de achar. São tradicionalmente buscados em espraiados, ressacas e trechos de águas lentas e mais escuras com presença de folhas, troncos, pedras ou mudanças abruptas de profundidade, onde se camuflam, imóveis, à espera da passagem de um peixinho desprevenido. Arremessos feitos nesses pontos fazem o coração bater mais forte na expectativa do ataque do peixe. Alguns sobem para as fotos.

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As cachorras são encontradas mais para o meio do rio, em pontos com águas rápidas. Infelizmente, as que fisgamos acabam escapando dos anzóis.

ATRATIVOS NATURAIS

O rio desce apressado, é fácil distrair-se rodeado por tantos atrativos naturais – como vegetações exuberantes e floridas, aves, borboletas e jacarés-açus nas margens do rio – e perder alguns pontos de arremesso. Mas não há pressa, temos tempo para admirar a paisagem, pegar peixes e fotografar bastante.

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Tudo Azul – Borboleta do Azul

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arara-amarela (Ara ararauna)

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arara-amarela se alimentando das flores do  Ingá

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marianinha-de-cabeça-amarela (Pionites leucogaster)

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tiriba-do-madeira (Pyrrhura snethlageae)

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jacaré-açu

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jacaré-açu

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ipê-rosa  – suas flores levadas pela correnteza do rio

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ipê-rosa final de florada

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cajueiro – seus frutos são os preferidos das matrinxãs

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sumaúma – libera uma espécie de paina de seus frutos

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paredão verde de floresta em destaque a Palmeira norte/sul

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buritis

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palmeira norte sul e pocovã na margem (bananeira)

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paredão verde de floresta

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bromélia florida

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destaque flor da bromélia

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mini-orquidea

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trepadeira

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flores melíferas de escova de macaco ou flor-de-fogo (Combretum fruticosum) alimento para as aves e macacos

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sementes de escova de macaco ou flor-de-fogo (Combretum fruticosum) uma trepadeira lenhosa

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CONTRA A CORRENTEZA

A subida é feita com paradas em pontos de corredeiras. O barco é preso em galhos na margem do rio ou apoiado nas pedras durante as tentativas de pescarmos a cachorra-larga e o pacu-borracha.

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pesca com barco ancorada corredeira

Pesca de isca natural

Estas são pescadas por Carlão, durante a ancoragem, usando minhoca de isca.

São acompanhadas de outros peixes como jacundás, piaus e várias espécies de pacus.

Para as vampiras do Azul, a isca pode ser artificial ou natural, como tuviras ou filés de piranha.

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espécie de pacu capturado com minhoca

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sp de pacu

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sp de pacu

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piau-três-pintas

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jacundá

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As iscas naturais são arremessadas a boa distância e recolhidas com pausas e toques de ponta de vara para cima, para dar movimento à isca e evitar que enrosque no fundo nas pedras. Quando o ponto não é tão raso, soltamos um pouco de linha para que ela ganhe um pouco de profundidade. Enquanto desce a corredeira, damos pequenos toques de ponta de vara para a chumbada não enroscar nas pedras. A técnica rende uma bela e forte bicuda.

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bicuda

Para os pacus-borracha nas corredeiras, a técnica é deixar a isca descer com a força da correnteza com ajuda de uma chumbadinha de 10 gramas, novamente executando toques para evitar enroscos. Chegando ao ponto desejado, faz-se uma pausa para dar ao peixe chance de encontrar a isca; então, é feito o recolhimento, com pequenas pausas e toques para cima. O ataque pode acontecer a qualquer momento, inclusive durante a descida e a subida. Uma vez fisgado, esse peixe dá um show de força, lutando contra a correnteza, riscando a água velozmente e finalizando com saltos pelo ar. Usamos minhocas e porções da alga coletada nas pedras que afloram na superfície do rio, iscadas em anzol Tinu 10 com um pequeno empate de aço. Esta espécie de pacu é endêmica da bacia Amazônica, capturado nas corredeiras, briga muito e dá saltos fora d’água na tentativa de escapar do anzol. Sua carne dura e seus saltos parecem justificar seu nome popular

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planta aquática pega nas pedras para a pesca do pacu-borracha

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minhoca iscada no anzol Tinu 10 com empate de aço e um chumbinho de 10g

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alga iscada no anzol Tinu 10 com empate de aço e um chumbinho de 10 g

 

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pacu-borracha

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Dicas: No momento das fotos amarrar o barco nas galhadas das árvores das margens para não passar em branco pelos pontos de pesca enquanto isso.  Durante a subida, também é possível realizar paradas em remansos e bocas (de lagoa e de corixos), que sempre valem alguns arremessos de iscas barulhentas e de superfície para tentar os trairões. Ao usar isca de meia-água, é interessante deixar um conjunto montado com isca de superfície à mão, caso surja um ponto com cara de trairão.

PESCA NOTURNA

Próximo ao flutuante da pousada, já escurecendo, ancoramos o barco na pesca de espera com isca assentada no fundo com ajuda de uma chumbada. Vários peixes são pegos, como o palmito, o cachara a até uma raia, mas as cachorras são história à parte: prestes a serem embarcadas, sempre acabam se soltando do anzol, mas com a determinação e insistência de Carlão, uma delas é embarcada.

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PRESENTE DO AZUL – matrinxã recorde pessoal

Exploramos um trecho relativamente curto do rio – cerca de 15 km, entre o flutuante da pousada e a Corredeira do Jaú, então intransponível –, mas a diversidade de peixes e modalidades de pesca foi expressiva. Não temos oportunidade de pescar o famoso tucunaré-fogo, mais comum na foz do Azul com o Rio São Benedito, mas os outros peixes deixam a alegria sempre em alta. Nossa pescaria acontece logo após uma cheia atípica do rio, portanto, com nível alto e águas turvas.

Um stick grande e barulhento sofre, na caída, um ataque próximo a um tronco. Mais rápido e esperto, o peixe leva a isca para o enrosco, vamos atrás para ver. Apenas a isca está lá, travamos uma verdadeira operação de guerra contra a força da corredeira para recuperá-la. Estamos subindo o rio, tentando o trairão. Ao explorarmos as margens de uma ponta de ilha, uma sombra acompanha a isca e passa como um torpedo por baixo do barco. Carlão pede para arremessarmos no lado contrário ao da ilha, no remanso da corredeira. Uma, duas, três batidas fortes e o insistente peixe é fisgado. Salta e dá ares de ser uma matrinxã, quando se aproxima do barco mostra se tamanho e força – uma matrinxã recorde. No momento da empolgação fiz a identificação equivocada, confundindo com uma jatuarana , da mesma família, de porte e peso maior. É meu aniversário nesse dia e considero o troféu como um presente do Rio Azul, maravilhoso e inesquecível

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matrinxã (Brycon falcatus) recorde pesssoal

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ASSADO NA ILHA

Outros pescadores, todos mineiros, estão hospedados na pousada – Dr. Carlos Grossi, Alberto Grossi, Rafael Pereira e Dr. Manoel Alonso combinamos um encontro no rio e  partilhamos um assado em uma de suas ilhas. Um momento especial de integração e troca de histórias de pesca, em contato com a natureza.

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Nesta local tive o prazer de conhecer a “arvore que anda ” uma palmeira

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Turma de Belo Horizonte com seus troféus

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Alberto Grossi

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Alberto Grossi

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Dr. Carlos Grossi

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Dr. Carlos Grossi

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Dr. Manoel Alonso

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Dr. Manoel Alonso

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Dr. Rafael Pereira

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Dr. Rafael Pereira

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Alberto Grossi

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BERÇARIO AZUL  – MERGULHO COM OS TRAIRÕES

Um programa imperdível é adentrar as lagoas marginais, nascentes ricas em vida aquática que fluem para o Rio Azul. Suas águas brotam em ressurgências, cristalinas e azuladas, em leitos de areia branca, deixando tudo à mostra pelos raios de sol como em um grande aquário/berçario natural. Peixes como matrinxãs e piaus, ariscos, se afugentam facilmente, mas os trairões são mais tranquilos e curiosos, muitas vezes se aproximando para uma boa foto sub. Vale a pena fazer o mergulho!

Rafael Pereira nos ajuda na imagem sub aquáticas

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Outra Lagoa –  esta exploramos embarcados, mas pode-se fazer flutuação

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Pousada:  construída na margem esquerda do rio Azul, há dez anos, em área escolhida a dedo por Carlos e Ivani. Do lado direito

Algumas imagens de seus aposentos – chalés e refeitório

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refeições: café da manhã, almoço, jantar, sobremesas e petiscos

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Sashimi – um dos petiscos
Outras especialidades da cozinha nos petiscos que fezeram sucesso foram os pasteis e patê de piau

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Bolo de aniversario surpresa– Era meu aniversario, mas a maior surpresa foi quando, na hora de cortar o bolo, fiquei sabendo que eu e a Ivani fazemos aniversario o mesmo dia!

Obrigada, Ivani e Carlão!!!!  saudade deste bolo com Castanha do Brasil, hum…bom demais!!!

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Despedida

IMG_4324 IMG_4320 Albe Grossi, dr. Rafael Pereira, Dr. Manoel Alonso, Bell, Serginho, Dr. Carlos Grossi e Carlão

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MUITO OBRIGADA RIO AZUL!!!!

Alta Floresta: O clima quente e úmido e a topografia predominantemente plana da região de Alta Floresta, MT, contribuíram para o desenvolvimento da agropecuária na região, que com isso pagou o preço do desmatamento. A atividade de garimpo também causou grandes impactos em décadas passadas, porém, em anos mais recentes, a cidade se firmou como principal ponto de partida para as pescarias feitas entre o norte do Mato Grosso e o sul do Pará.

Rio Azul: A bacia do Teles Pires é o principal veio por onde correm águas habitadas por peixes de interesse ao nosso esporte, e, dentre os rios que fazem parte de sua bacia, o Azul merece ser conhecido. Com nascentes na Serra do Cachimbo, ele percorre cerca de 250 km de extensão antes de desaguar no Rio São Benedito. Está inserido em uma Unidade de Conservação, a Reserva Estadual de Pesca Esportiva do Rio São Benedito/Rio Azul, protegida por lei do desmatamento e da pesca predatória desde 2001, sendo permitido em suas águas somente o pesque e solte. A Reserva possui  área total  de 603,47  Km², localizada a sudoeste do Estado do Pará, nos municípios de Jacareacanga e Novo Progresso.

A região apresenta grandes e importantes corredores de preservação da biodiversidade que abrangem o Norte do Mato Grosso, o Sul do Pará e o Sudeste do Estado do Amazonas. Um mosaico de unidades de conservação, que inclui, respectivamente, o Parque Nacional do Juruena,  a Reserva de Pesca Esportiva do Rio São Benedito/Rio Azul,  a Serra do Cachimbo (reserva militar, campo de provas Brigadeiro Veloso) e o Parque Estadual do Cristalino. A Reserva Militar da Serra do Cachimbo , que faz parte de toda sua margem direita serviu de barreira e acabou impedindo que o desmatamento atravessasse o Rio Azul. Uma aliada para Carlos José Carvalho, 55 anos, paulista de Dracena que, junto com a esposa Ivani e família, há dez anos defendem uma área de 36 hectares na margem esquerda do rio

EQUIPAMENTO USADO

Vara de 5’3” a 6’, 17-20 lb, de ação média a rápida; Carretilha de perfil baixo; Linha de multifilamento de 20-30 lb; Líder de fluorcarbono de 0,42-0,52 mm com o comprimento da vara; Iscas artificiais: plugs de superfície de até 13 cm (sticks e zaras barulhentos para os trairões), plugs de meia-água de 7,5 cm e 9 g nas cores transparente, prata, osso e verde-limão, com garateias finas e afiadas para as matrinxãs. Ainda na meia-água, modelos de barbela curta com até 11 cm para as cachorras e bicudas; Empate de aço flexível de 10 lb e até 8 cm (opcional); Iscas naturais: minhocas e algas para o pacu-borracha e tuviras e filés de piranha para as cachorras e trairões.

Levar também – Alicate de contenção para embarque dos peixes e de bico longo para retirada de garateias, óculos polarizados, boné, neck tube ou chapéu com proteção para orelhas e pescoço, protetor solar, repelentes de insetos, roupas leves de secagem rápida, luvas, capa de chuva, bolsa impermeável para pequenos pertences, kit de remédios, licença de pesca e máquina fotográfica, inclusive uma subaquática.

COMO CHEGAR

Via aérea: em voo comercial até Alta Floresta e, em seguida, taxi aéreo ou traslado terrestre até a pousada.

Por rodovias (partindo de S. Paulo, SP): SP-348 (Rod. dos Bandeirantes), passando por Campinas e Limeira; SP-310 (Rod. Washington Luiz), passando por São Carlos, Araraquara, São José do Rio Preto, Santa Fé do Sul, Aparecida do Taboado (MS), Chapadão do Sul e Alto Araguaia (MT); BR-364 passando por Rondonópolis e Cuiabá; MT-010 até Rosario do Oeste; BR-163 passando por Nobres, Nova Mutum, Lucas do Rio Verde, Sorriso, Sinop, Santa Helena; MT-320 passando por Colider; MT-208 até Alta Floresta. A partir daí, seguir por estrada de terra por cerca de 130 km até a pousada. Total de 2 500 km.

AGRADECIMENTOS

logo-1[1]  rec

Rio Azul Jungle Lodge

www.pousadarioazul.com.br

reservas@pousadarioazul.com.br

(66) 3521 3822 / 9678 3013 / 8404 2253

VER MAIS:

Materia Publicada na Revista Pesca Esportiva >   Azul abaixo

azul abaixo

matéria publicada na Revista Pesca Esportiva

Vídeos de Pesca :

Matrinxã recorde

Pacu-borracha na corredeira

Mergulho com o trairão da Lagoa Azul

Piranha-preta do rio Azul/Sul do Pará

Sobre isabelpellizzer

Sou do interior do estado de São Paulo, Paraguaçu Paulista, casada com Sergio Pellizzer há 31 anos, mãe de dois filhos, Marcelo (30 anos) e Caio (27 anos). Formação: Engenheira Agrônoma e Técnica em Agrimensura. Paixão: Pescadora Amadora Esportiva desde 1997 que gosta de compartilhar suas experiências na pesca. Colaborei com matérias de pesca por 8 anos seguidos com a revista Pesca Esportiva e, no momento, colaboro com a revista Pesca e Cia. Amante da Natureza com especial admiração pelas aves e plantas. Quando as encontro nas pescarias, faço os registros e identificações, igualmente faço aos peixes. Atualizado: 21/04/2016
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